Trilha Cidadã

Para além de um Monótono Estribilho

Posted on: 06/04/2010

Auditório tomado, jovens atentos e a perspectiva de que “Para Além de um Monótono Estribilho” contribuiu para conscientizar a juventude sobre a importância de minimizar os índices de violência contra a juventude, que apontam esse elemento como uma das maiores preocupações do município de São Leopoldo.

Neste cenário, o lançamento da pesquisa do Prof. Dr. Hilário Dick, em parceria com José Silon, graduando em Ciências Sociais, realizado no último dia 24 de março no auditório central da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), contou com a presença de Vereadora Ana Afonso, presidente da Câmara Municipal de Vereadores de São Leopoldo, o vice-reitor José Ivo Folmmer da Unisinos e Adriano Pires, Diretor de Juventude de São Leopoldo.

Afinal, o que essa meninada quer? Esse questionamento levantado pelo professor Hilário Dick, parece ser bastante pertinente, nos remetendo a refletir, pois, o estudo aponta dados sobre a violência na perspectiva juvenil. No afã de se afirmarem como cidadãos, os jovens acabam por se tornarem essencialmente contraditórios: 52,6¨% dos jovens entrevistados concordam com a tortura policial, enquanto que 66,3% discordam, jamais deve ser usada. Um percentual que demonstra a complexidade da relação juventude X sociedade.

Nesse mundo globalizado, com uma intensa troca de informações, baseada na velocidade, imediatismo e consumo difundidos pelos veículos de comunicação de massa, a juventude se torna “alvo fácil”, mudando seu comportamento em detrimento dos conceitos descartáveis dos “Mass Media”. O universo juvenil não é um bicho de sete cabeças em que os adultos deixam de conversar, ou conversam através da imposição.

No quê e como podemos contribuir? Talvez, parafraseando Fabiane Asquidamini, presidente da ONG Trilha Cidadã que,

“Para aproximar-nos deste universo juvenil, necessitamos de ferramentas que nos habilitem a vermos melhor, a escutarmos melhor, a entendermos melhor a juventude”. (ASQUIDAMINI apud DICK, SILON. 2009)

Afinal, se realmente um outro mundo é possível, certamente está nesta geração, pois, “os adultos deixaram de acreditar no coletivo. A gurizada acredita no coletivo”. (Hilário Dick)

Especial Equipe Trilha Cidadã

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