Trilha Cidadã

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Povo sem vez e sem voz
Com fé, esperança atua
Todo ano vai à rua
Gritar para ser ouvido

O Grito é um espaço de participação livre e popular, onde os movimentos sociais, pastorais socias, ONGs e entidades querem chamar a atenção da sociedade para as desigualdades sociais no Brasil, ao mesmo tempo que trazem o anseio por mudanças.

Quando e onde? 7 de setembro, em Porto Alegre

Que horas? A concentração será a partir das 8h30min, no Largo Glênio Peres, em frente ao Mercado Público. Segue após pela Borges de Medeiros e com encerramento na Redenção.

As Pastorais da Juventude e o Levante Popular da Juventude, na parte da tarde, a partir das 13h30min, no Pão dos Pobres (Rua da República, 801 – Cidade Baixa) promoverão oficinas pautando a Campanha Nacional Contra a Violência e o Extermínio da Juventude!

Participem desta mobilização!

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Jovens de caras pintadas, ocupando as ruas e espaços públicos, mostrando toda a sua alegria e jeito de viver. Até aparece que estamos lendo uma notícia de alguns anos atrás. Não se engane. Neste final de semana, 21 e 22 de agosto,  aconteceu uma grande manifestação envolvendo jovens da região metropolitana na cidade de Cachoeirinha. A atividade foi organizada pela Pastoral da Juventude em parceria com o Comitê Municipal Contra a Violência e o Extermínio de Jovens.

A ação teve por objetivo chamar a atenção da sociedade para os gritantes índices de mortalidade da juventude, em sua maioria, vítimas das drogas. O Brasil, atrás de Colômbia e Venezuela, é o 3º país com mais assassinatos de jovens no mundo. Isso se deve a uma taxa de 51,7 homicídios para cada 100 mil jovens. Taxa essa que entre 1994 e 2004 cresceu a um ritmo maior que o número de assassinatos entre a população total.

Para alertar a sociedade sobre essa realidade de morte, foram realizadas duas atividades no município. No sábado, os jovens estiveram em frente ao Shopping do Vale, local de maior movimentação de pedestres e motoristas, distribuindo materiais informativos. Durante a tarde do domingo, realizaram uma marcha até o Parcão de Cachoeirinha, local onde aconteceu um ato público pela vida dos jovens.


Fabrício Preto


Trilhar novos caminhos…

É necessário que caminhemos…. Os mais diversos caminhos que a vida pode nos mostrar. E nós, que escolhemos trilhar os caminhos do Reino sabemos das alegrias e desafios que ele nos mostra. Nossa opção de doação pela causa da juventude, de militância e de sonho pela construção de um Mundo Novo é construída coletivamente, nas vidas dos grupos, nas instâncias em que participamos, nos trabalhos que fazemos juntas e juntos em prol da defesa da vida.

Por isso, se faz necessário que, coletivamente, rezemos nossa caminhada, que a reflitamos tendo como fonte de força a Palavra de Deus, pois acreditamos e professamos que é assim, em comunidade, que Ele  revela-se a nós.

E é com muita felicidade e desejo de ser suporte às essas alegrias e desafios que nós, da Trilha Cidadã, queremos convidá-la e convidá-lo a trilhar conosco… E juntas e juntos partilhar nossa vida, nosso trabalho, nossos anseios e dúvidas, enfim, tudo aquilo que nos cerca e que nos faz sermos jovens sonhadores.

O Curso Trilhando Novos Caminhos que ser esse espaço de partilha, de oração, de encontro, de construção, de parada para pensarmos como estamos trilhando e vivendo com ardor e ânimo o trabalho de evangelização.


O que é?

É um grande concurso de          músicas e poemas, que este ano tem como tema a “Campanha Nacional contra a violência e o Extermínio de Jovens”!

O objetivo do Festival é envolver o maior número de pessoas nesta importante campanha através de duas ferramentas tão comuns entre as/os jovens: a música e a poesia.

Quem pode participar?

Qualquer pessoa, grupo ou banda, de qualquer idade e qualquer crença, que queira fazer ressoar o clamor pelo direito das e dos jovens à vida.

Por que falar sobre a Campanha contra o extermínio de Jovens?

Os maiores índices de morte e violência de nosso país envolvem jovens. Tal realidade não é uma coincidência ou uma fatalidade. Tem causas que precisam ser discutidas para que consigamos chegar a soluções concretas. As Pastorais de Juventude da Igreja Católica Romana, durante todo o ano, promoverão este tema, convidando assim toda a sociedade para este importante debate.

Só  posso falar sobre a Campanha?

Sim, o objetivo é  este! Mas o assunto é muito amplo, o que permitirá às/aos participantes exercitarem o seu poder criativo, relacionando o tema a outros sub-temas, como o DNJ, a CFE-2010, as diversas realidades locais etc.

Como funcionará  o Festival?

Simplicidade! Esta é  uma das palavras de ordem!

Mas não se esqueça da qualidade. Link das dicas sobre ter som audível, etc.

Mais informações no site do festival:  http://www.acordajuventude.com.br

Dança e música marcaram a primeira etapa da Escola Comungando Arte e Espiritualidade – Formação de Arteiros e Ateiras, entre dias os 17 e 18 de abril, no Centro Diocesano de Formação Pastoral (CDFP) em Caxias do Sul.

Aproximadamente 60 jovens participaram das oficinas que se diviram em três: Danças Circulares, Sagradas e Biodança, com Simone Moreira, do Núcléo de Assessoria Betânia de Porto Alegre, Percussão Corporal, com o músico caxiense Bob Valente e Instrumentos Musicais Reciclados, com Danilo Marinho e Samuca Mendonça, representantes da ONG Trilha Cidadã.

A primeira oficina abordou as expressões de dança de diversos povos, analisando a integração e a cooperação que elas ofercem, enquanto manifestação artística. A segunda utilizou o corpo como elemento fundamental na construção de processos musicais e a terceira lançou luz sobre a sustentabilidade, reutilizando materiais para fins artísticos.

Os Trilheiros Danilo e Samuca utilizaram garrafas pet, latas de tinta, garrafões de água, areia e latas de achocolatado para fazerem uma releitura de diversas músicas. Na oficina os jovens ajudaram a confeccionar os instrumentos e, em uníssono, entoaram a música Nego Nago ao ritmo do samba reggae. À noite as oficinas se reuniram na capela para apresentarem os resultados dos trabalhos desenvolvidos durante o dia e, num momento de partilha e reflexão mostraram a importância das atividades no fortalecimento da espiritualidade juvenil.

O 2º Festival da Cidadania, que acontece entre os dias 16 e 21 de abril tem movimentado toda a comunidade do Arroio da Manteiga. Na abertura, a oficina “Trabalho para a Vida, não para a Morte”, iniciou as atividades do festival no auditório da escola Santa Marta, ministrada por Ivete da Associação Meninos e Meninas de Progresso – (AMMEP). Cerca de 90 jovens participaram da oficina, que abordou como temática a relação entre o trabalho e a violência .

No sábado foi a vez do Cine Cidadania com o filme “Última Parada 174”, exibido para a comunidade na praça da Alta Tensão que contou com a presença de mais de 100 pessoas. Dentro da programação do sábado, também foi exibido o vídeo  “O que eu tenho ver com isso?” da série sobre Segurança Pública do Programa Nota 10 do Canal Futura. Entre os presentes, famílias e jovens acompanharam a projeção.

Hoje, na escola Paulo Couto, no Parque Mauá, Samuca e Sabrina ministraram as oficinas que abordaram os aspectos de gênero, jornada de trabalho, exploração de mão de obra assalariada e outros temas transversais ao universo juvenil, no mercado de trabalho. Apontando para perspectivas positivas como a sustentabilidade. Protagonismo juvenil foi o mote que mobilizou mais de 200 jovens a participarem da oficina.